A Grande Loja Simbólica de Portugal manifesta a sua profunda consternação perante a tragédia humana que se abateu sobre a Venezuela, na sequência dos sismos ocorridos no dia 24 de junho de 2026, que transformaram as zonas afetadas num cenário de devastação extrema. O colapso de inúmeros edifícios e a destruição de infraestruturas essenciais mergulharam vastas regiões do país no caos, na dor e na incerteza.
Fiel aos princípios da Fraternidade, Filantropia, Laicidade e Defesa intransigente da Dignidade Humana, a Grande Loja Simbólica de Portugal une-se ao sofrimento do povo Venezuelano, das famílias enlutadas e de todos os que enfrentam perdas irreparáveis e condições de extrema vulnerabilidade. A situação dos cidadãos portugueses e lusodescendentes, também atingidos por esta calamidade, reforça a proximidade desta tragédia ao povo português e à nossa comunidade maçónica.
Recordamos, como sempre reafirmado nos nossos princípios, que a construção de um mundo mais justo e fraterno exige a rejeição de todas as formas de indiferença perante o sofrimento humano. A Declaração Universal dos Direitos Humanos inspira-nos a promover a compreensão, a tolerância e a amizade entre os povos, valores que se tornam ainda mais urgentes perante catástrofes desta magnitude. Por isso, A Grande Loja Simbólica de Portugal promoverá, em articulação com a sua Associação de Solidariedade Social, ações humanitárias de apoio ao povo venezuelano.
A Grande Loja Simbólica de Portugal dirige igualmente um voto de solidariedade às Obediências Maçónicas Amigas naquele Oriente, reafirmando o nosso compromisso com a defesa da vida, da liberdade e da dignidade de todos os seres humanos.
Que a coragem, a união e a esperança iluminem o caminho da reconstrução!

